Tuesday, June 09, 2009

RELEMBRANDO - REBANHÃO

Rebanhão é uma banda clássica. Enquanto todo mundo dizia que o jeito dos rapazes era do diabo, ao mesmo tempo cantavam nos cultos "eu quero voltar ao inicio de tudo" e "conheci um grande amigo, seu nome é Jesus", entre outras.
Um video ai pra relembrar um pouco o tempo em que se cantava como Davi, com letras e melodia de verdade e não esse negocio ai de "TO APAIXONADO POR JESUS" ou simplesmente aquele choróró, "AH MEU AMADO, AH SENHOR, AH MEU AMADO". Tá na hora de começar a repensar essa coisa de gospel enlatado e meter a cabeça no óleo da unção pra ver se sai alguma comunicação mais expressa com o Criador, por que, esse negocio ai que tão vendendo no DISK GOSPEL não rola não.

DECEPCIONADO COM DEUS - PHILIP YANCEY


Esse é um dos autores que eu li muito no inicio da minha fé. Eu gosto da forma como ele aborda as questões humanas e espirituais e nesta obra então. Leia você vai gostar também!


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http://www.4shared.com/file/110777562/8359649d/decepcionado.html

ELE ESCOLHEU OS CRAVOS - MAX LUCADO




Um livro confortante para aqueles que não compreendem bem a crucificação. Entre as obras de Max Lucado, uma que mais me empolga. Boa leitura!

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Thursday, June 04, 2009

Motivos por que não pregaria em Camboriu na festa dos Gidões Missionários


Sempre que prego em uma cidade alguém me pergunta: “Você deveria estar era em Camboriú!” E ficam horrorizados quando eu destaco que nunca nem me esforcei pra isso. Segue aqui embaixo algumas coisas que me incomodam, só algumas para não ser muito concreto no assunto.

1 – Não entendo a concorrência

Não vejo nenhum destes pregadores que vendem até suas casas para pregar num evento missionário se matando para pregar em favelas ou presídios.
A concorrência chega a ser brutalmente descarada vinculada ao foco material e marquetista. Não acho que esse seja o foco do Altíssimo.

2 – Não gosto de vitrines

Já existe uma teoria de que “se não prega no Gideões, não aparece como pregador”. Que feio. É a mesma reposta dada por pregadores equivocados quando perguntam em começo de carreira: “Qual o seu sonho?” ao que responde: “Viajar de jatinho, ir em vários paises pregando em estádios lotados!” Que feio de novo!

Eu entendo que homens chamado não eram pra ficar se atropelando para aparecer em grandes eventos, em torno de fechar agendas milionárias, mas sim se esforçar para tornar o Reino de Deus conhecido entre os homens. Não da pra mim! Não dou conta!

3 – Não daria conta com tanta analise

Como a vaga é disputada no Gideões, o que consegue vai ter que passar por um crivo de olho nu e hermenêutica como nunca na vida. Um deslize no português ou coisa parecida vai ser suficiente para sugarem o seu sangue. Quero não, obrigado! Prefiro mesmo ficar aos arredores onde a mensagem simples e confortadora gera mais efeito na vida de quem ouve.

4 – Não tenho estilo para pop star, fui chamado para outra coisa.

Desde que me entendo por ministro nunca consegui entrar nessa de pregador pop. Maleta grande só com a Bíblia e uma caneta dentro. Ternos caríssimos e aqueles ridículos anéis de formatura comprados em lojas de bijuterias.
O meu estilo é do tipo pregador antigo. Uma bíblia na mão e o óleo sobre a cabeça. Não encaixaria no estilo que os mocinhos querem imitar.

Lamento, aos que insistem que eu deveria pisar por ali, não serve para a minha chamada, mesmo sendo um evento espiritual, é que o problema sou eu mesmo.

A IMPORTANCIA DE UM RIO NA VIDA DE UM HOMEM


“Com o meu cajado passei este Jordão, e agora me tornei em dois bandos” Gn. 32.10

Esse versículo fala dos dois tempos da vida de Jacó, o antes e o depois. Quem ele era na primeira parte do texto acima? Segundo ele mesmo não passava de um homem com um cajado na mão, caminhando em uma longa jornada rumo a Harã. Quem é ele na segunda parte? O homem das sandálias rotas, apenas com um pouco de suprimentos? Não, nada disso, não é o desempregado e errante Jacó, agora ele é fazendeiro, empresário e pai de família. Segundo era o seu sonho, assim foi.

O rio Jordão testemunhou o duro passado de Jacó, como andou por aquelas bandas sedento e sozinho, agora, este mesmo Jordão, mais uma vez, comtempla a face deste homem, refletindo em seu espelho cintilante a felicidade de um homem realizado.

Esta situação de Jacó se parece com as mesmas atitudes tomadas por aquelas pessoas inconformadas com suas condições, que vivem sem nada, na dura realidade de terem nascido em uma família pobre , num lugar sem oportunidades ou qualquer situação parecida, mas, que não se desesperam, ao contrario, buscam de alguma forma, em algum lugar um meio de atingirem seus propósitos. As pesssoas que têm propósitos e que não se deixam definhar pelas dificuldades que vivem, acabam como Jacó, dizendo: “com apenas a roupa do corpo saí daqui, agora, volto com tudo o que sempre sonhei”. Este Jordão representa situações do nosso passado que testemunharam nossas dificuldades, nossos dias de empregados assalariados, nossos momentos de solidão, como uma rua que você passou algum dia, talvez chorando, e que depois volta pela mesma rua sorrindo. O texto do Salmo 126 fala sobre isso: “aquele que leva sua semente chorando voltará certamente com seus molhos sorrindo”.

Um missionário e seu discípulo andavam peregrinando por regiões de crise social, chegando em uma comunidade se deparam com uma situação interessante, é que toda a comunidade vivia a base de uma vaca leitera. Todo o alimento produzido e toda renda vinha dela. O missionário chamou seu discípulo a noite e disse: “vamos lançar a vaca precipício a baixo” o discípulo retrucou: “como podemos fazer tal coisa? Esta é a base de vida destas pessoas”. O missionário insistiu até que o pupilo o acompanhou. Depois disso foram embora e após um tempo, voltando pela mesma região, notou uma mudança significante na vida daquela população. A comunidade havia enriquecido de tal maneira que era impossível se prever o que havia acontecido, até que, ao conversar com um morador lhe foi esclarecido que a comunidade vivia sustentada por uma vaca, que depois caindo precipício abaixo, tiveram que buscar coisas diferentes. Cada pessoa precisou enveredar por um caminho que os conduzisse a se manter por seus próprios esforços. Este é apenas um conto é claro, mas que esclarece uma realidade importante do nosso cotidiano:

“as vezes o nosso fracasso consiste no fato de nos mantermos a base de coisas pequenas, soluções insignificantes”.

É preciso romper com a condição de vida que se leva, não apenas ficar lastimando dizendo que a vida é injusta e coisas parecidas. Atitude para se levar a frente o que se quer é o que precisamos para chegar a beira do Jordão e dizer:

“agora tudo é diferente, agora eu sou o que sempre sonhei”.

Lembro – me de ver uma propaganda em que dois amigos se encontravam depois de muito tempo. Um estava entregando pães, enquanto o outro estacionava o carro, vestido socialmente elegante. O entregador se aproximou do companheiro e disse:

“rapaz que bom te ver depois de tanto tempo, olha que sorte eu dei, entrego pães todos os dias e a freguesia é grande. Mas deu pra perceber que você também não anda tão mau assim. Terno bonito, deve estar dirigindo para algum bacana e que carrão, hein? Seu patrão deve ter bastante dinheiro”.

O amigo lhe respondeu:

“não, não, o terno e o carro são meus. Formei-me em direito e tenho gozado dos privilégios da minha profissão”.

O amigo entregador com ar irónico acrescenta:

“você não muda mesmo, brincalhão como sempre!”

Este entregaodr é como o jordão que viu todo o sucesso de Jacó. Para voltar um dia ao Jordão de sua vida e apresentá-lo tudo o que você conquistou, terá que seguir algumas leis, as mesmas leis que Jacó precisou obedecer para chegar onde chegou.

A primeira parte deste livro é destinada a você que quando se deita fica pensando qual atitude tomará no dia seguinte para que sua vida seja conduzida de modo diferente. A você que apesar que estar bem com o pouco, anseia por chegar mais longe, pretende surpreender a todos com o que é capaz. A todos que estão lutando pelos seus ideais, mas que infelizmente não têm nada em mãos a não ser um sentimento de conquista queimando dentro do peito. Esta parte é dedicada aos que tem um sonho.

(Extraido do livro A Empresa de Jacó de Rivaldo Sousa)